Papo
Furado
Página dedicada a poemas, textos, pensamentos e
recados.Para visualizá-los clique no link abaixo:
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SE VOCÊ PASSAR O VERÃO NA ESPANHA
PÚBLICO
Veja Aqui |
CÓDIGO DE TRÂNSITO PARA HOMENS
PÚBLICO
Veja Aqui |
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Consciencia...ainda dá tempo.
Greenpeace
Veja Aqui |
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Clube do Papo Furado Níver Fernanda Magri
Todos
Veja Aqui |
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Aquí também tem duas Torres
Brasileiros
Veja Aqui |
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Beba com moderação só + 1
Depois eu conto
Veja Aqui |
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NBA - NATIONAL BEBUM ASSOCIATION
VIDE ORKUT
Veja Aqui |
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Rê...bordosa...quem não viveu isso?
Autor
Veja Aqui |
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Filosofia de Bar
Jornal o Estado de São Pa
Veja Aqui |
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Rir é muito bom rsrsrsrs
Assinatura
Veja Aqui |
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Homenagem:
"Sou Mulher.
Perita em disfarce, umas vezes fria como um bloco de gelo, outras delicada como um dente de leão ao vento.
Sou Mulher.
Encantadora, doce como um favo de mel, meiga e compreensiva.
Tempestuosa, efervescente, explosiva e vulcânica.
Sou Mulher.
Sedutora, envolvente, cativante e maliciosa.
Simples, maternal, recolhida e tímida.
Sou Mulher.
Combativa, orgulhosa, persuasiva e tenaz.
Tímida, encolhida, chorosa e pedinte.
Sou Mulher.
Inteligente, analítica, perspicaz e observadora.
Distraída, aérea, emocionalmente cega e sentimentalmente tolhida.
Sou Mulher.
Crente, esperançosa, otimista e radiante.
Derrotista, pessimista, desencantada e apagada.
Sou Mulher.
Sou mulher e, ainda assim, no seio de tanta dualidade, consigo ser consistente em relação ao que quero, desejo e almejo.
Sou mulher e chego à conclusão que não preciso de um manual de instruções para ser entendida, porque falo e expresso as minhas vontades.
Sou mulher e possuo um coração vasto e generoso que me permitiu perdoar, ainda que não esquecer, todas as vezes em que me mentiram, desiludiram e trapacearam.
Porque não consegues, tu, Homem, fazer o mesmo?
Shana Andrade
PUBLICADA POR ESSÊNCIA
http://a-essencia.blogspot.com/"
SHANA ANDRADE - 04/02/2009
"Cuida-te quando fazes chorar uma mulher, pois Deus conta suas lágrimas.
A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada,
nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo
do braço para ser protegida e do lado do coração para ser
AMADA."
DESCONHECIDO. QUEM SOUBER - 31/03/2007
Frases do Piu Piu:
"Nega Maluca
por Fernanda de Aragão
Às três horas da manhã as paredes já serviam de namoradeira e não era mais possível ver a pequenina Alice, aquela do País das Maravilhas. Parecia sumir entre os tijolos, confundindo-se com eles, a cada beijo que o Jogador de Rúgbi lhe dava, sugando-lhe a boca, o uniforme pesado, apertando-a contra o muro.
- Oi Nega Maluca, esta cor é a sua mesmo?
- Faz diferença?
Alice já sem maquiagem e o Jogador de Rúgbi - que lhe passava as mãos nos seios - disputavam um espaço no reboco com outros casais: o Mosqueteiro com a Carmem Miranda, um dos Irmãos Metralha com a Dançarina de Can-Can, o Sheik Árabe com a Mulher Gato.
Combinando, apenas o Mickey e a Minnie, que chegaram juntos. Nada de Super-Homem e Lois Lane, Fred e Wilma, do Papai com a Mamãe Noel. Esta, ao contrário, carregava o umbigo de fora. Trazia-o maliciosamente despojado debaixo de uma blusinha vermelha, sem mangas, e vestia uma minissaia de mesma cor, ornada com um arminho branco e macio, que também se via no gorro. Uma combinação tirada do baú, provavelmente do tempo em que era uma adolescente rebelde e sonhava ser a Coelhinha da Playboy. Com um sorriso matreiro de quem sabe o que faz e finge o contrário, Bozo, que era só uma peruca com cabelos avermelhados e espetados, percebendo a fraude, tratou logo de passar-lhe a mão no baixo ventre, um pouco mais para dentro, pedindo-lhe desculpas em seguida. Mamãe Noel nem se importou com a indolência de um palhaço tão falso quanto ela. Apenas sorriu de volta, como se suas pernas, a ele, abrissem.
- Deixa eu ver Nega Maluca, debaixo do pano, que cor é?
- Importa?
Do outro lado, Peter Pan. Serelepe, passava procurando por Alice, tendo certeza de que se tratava da Wendy. Perguntou o paradeiro da amiga para outra, a doce Freirinha, em vão. Sem tempo de responder ao menino da Terra do Nunca, a beata, com um hábito desconfortável no pescoço, só teve tempo para seguir o vulto do Homem-Aranha, que apressadamente a puxava pelos braços.
- Que é que tem? Nega Maluca, só quero saber qual é a cor de sua pele.
- Esta que você vê, não lhe basta?
- Não, porque eu sei que debaixo dela tem outra, boa para beijar.
- Hein?
Ela arrepiou, gesticulou querendo dizer algo, mas lhe faltaram palavras. Só conseguiu um: “vai passear, sujeito!”, que saiu meio intolerante. Quis contar quantos negros estavam por ali, mas não achou nenhum. Quiçá já tivessem ido embora. Lembrou-se da Colegial, que horas antes lhe dissera: “você está perfeita, ano que vem vou vir assim, e nem vou precisar pintar a pele”. Fotografaram o encontro. Daí para frente foi um desgosto atrás do outro, começou a recordar: “Nega Maluca, você não é preta mesmo não, né?”; e começou a suspeitar de que outras abordagens que tinha recebido não eram assim tão inocentes quanto ela havia pensado.
Quando o Gladiador lhe disse em surdina, “olha, para mim tanto faz qual é a cor da sua pele”, ela o achou raso, daquele tipo retiário que empunha a trama em uma das mãos e a faca na outra. Restou-lhe a ignorância porque ela não era peixe para cair na rede - estava na cara - e sim uma boneca de pano. Porém, com o cara trocando os tipos, Nega Maluca nem se deu conta de que, talvez, aquela não tivesse sido apenas uma cantada de mau gosto, mas um duelo de cor, ou de gênero, que a jogava na arena do mesmo jeito. É! Talvez. E talvez a súplica “eu nunca beijei uma mulher da sua cor, quer fazer parte da minha história?”, do Arqueiro, tivesse sido uma simples frase lançada a esmo, de estilo politicamente correto, um tanto globalizada e, portanto, sem créditos subjetivos verdadeiros.
Verdade ou mentira, indefectível foi o fato de Nega Maluca ter passado a duvidar de tudo que ouviu naquela noite, já que sentiu na pele o azedo gosto da cor numa primeira vez que esperava ter sido a última. E se “mulher é mulher, não importa a cor, se preta, branca ou amarela”, como lhe disse o belo Marroquino ao lhe jogar confetes em meio a tantos questionamentos sobre o que estava acontecendo, ela começou a se sentir culpada pelo fato de ainda existirem homens que acham que mulher tanto faz, qualquer uma “serve”.
Próximos a ela, três rapazes jovens - que em nada tinham a ver com os Três Mosqueteiros ou com os Cavaleiros do Zodíaco - a olhavam e riam. Kiko e Digimon eram liderados pelo Homem das Cavernas. Este, sucessivamente, retirava-se dos amigos para dela se aproximar, para desdenhar - com o dedo em riste e levemente acompanhado de lábios secos, um pouco sarcásticos - de seu rosto Nega Maluca e para, na seqüência, voltar-se aos dois colegas que se mantinham imóveis. Riam, todos os três. A cena se repetiu por quatro ou cinco vezes e por quatro ou cinco vezes ela se viu com olhos fulminantes ao encarar personagens antropologicamente tão inábeis para o habitat em que se encontravam naquele debochado instante.
- Nega Maluca, você é corajosa!
- Por que diz assim?
- Eu não pintaria o rosto desta maneira.
Foi ao ouvir este depoimento tão honesto, de uma Fadinha que lhe surgiu debaixo de asas tão brilhantes, que ela entendeu. Desde o momento em que pôs os pés ali, tudo girava em torno da cor de uma pele que tinha tomado de empréstimo, uma pele que não era como outra qualquer. Uma pele que faz diferença, que marca, que balbucia, salta, luta, escorrega. Uma pele que aparece, que faz cor.
Nega Maluca de tanta chateação respirou fundo e de tanta falsa piedade se cansou. Então se levantou, ajeitou-se na sua saia de chita feita em próprio punho, rodopiou pelo salão até o sol raiar e foi-se embora prometendo voltar no próximo ano, quando estaria de Chica da Silva ou ornamentada como Celie, aquela de “A Cor Púrpura”. E quando voltaria tendo a certeza de que agosto é mesmo mês de "Caxorro Loco", a lendária festa à fantasia da cidade."
FERNANDA ARAGÃO - 17/02/2008
"QUANDO EU MORRER, NÃO QUERO À MINHA VOLTA PROVAS HIPÓCRITAS DE SAUDADE FINGIDA.
PLANTAI NA CAMPA MIL PÉS DE ROSAS. AS LINDAS ROSAS QUE EU AMO EM VIDA."
Atilio Sousa baseado em.. - 26/04/2007
"Eu já fiz praticamente tudo na minha vida (não vale a pena enumerar aqui o que ou quais), mas a única coisa que não tenho o menor interesse em fazer é MORRER, pois fujo da MORTE como o DITO foge da CRUZ. Mas sei que é inevitável e isso vai acontecer mais dia ou menos dia. Mas quando acontecer podem ter certeza de uma coisa: VAI ACONTECER COM POMPA E CIRCUNSTÂNCIA."
Piu Piu - 28/01/2006
"E como cães e gatos nós vamos vivendo as loucuras da vida, rompendo barreiras, quebrando tabus e nos amando como dois animais!"
Piu Piu - 20/06/2005